A Realidade do Educador Musical no Município do Rio de Janeiro e o Ensino da Escrita Musical apresentado na Revista Música na Educação Básica

Sem Título (Ivan Cabral)

Sem Título (Ivan Cabral)

Trilha de sons, construindo a escrita musical

Este artigo aborda o conceito de paisagem sonora e propõe atividades de percepção, apreciação, escuta crítivo-reflexiva, entre outras. No editorial, somos informados que a autora obteve experiências desta atividade com alunos da segunda fase do ensino fundamental.

O estudo é iniciado apresentando atividades com exemplos de vídeos e tabelas. Segue-se com descrições simbólicas dos vídeos até a criação de uma partitura Icônica.

Para a execução desta partitura são propostos o uso do próprio material de estudo do educando (cadernos, cadeiras e até mesmo a própria porta da sala), assim como materiais alternativos (caixas de papelão, sacos plásticos e latinhas com grãos).

Para melhor exemplificar esta atividade, vídeos demostrando a prática da pesquisadora são indicados. Neles, podemos notar a professora mostrando com uma régua a passagem da gravura na qual os educandos interpretam.

O artigo é finalizado propondo tópicos de avaliação para a atividade.

De todos os artigos da publicação, este é o que mais se adapta à realidade do ensino público brasileiro. Como relatado acima, a autora pode ter praticado esta atividade em uma “turma real” dentro de uma instituição de ensino básico. Trata-se até aqui, de uma situação inédita.

O artigo apresenta um ótimo vídeo para a criação da partitura icônica, mesmo com a dificuldade que os professores do Brasil tem com a exibição de vídeos, esta proposta não apresenta grande dificuldades.

Apesar de constar abaixo do nome da autora o subtítulo: Secretaria da Educação do Estado de Goiás, não foi descrito em que esfera as aulas foram dadas (se numa escola pública ou em uma particular). Muito menos em que séries, características, números de alunos por turma ou o período em que foram gravados os vídeos. Esta informações ajudariam e muito na adaptação desta proposta à cada singularidade educacional. vemos o quadro negro nas imagens. Não há como saber o número de educandos por turma, se eles estava em uma oficina ou numa aula regular.

Gostaria muito que estas aulas fossem melhor descritas: quantas aulas levaram, dificuldades enfrentadas. Como relatei anteriormente, os professores já são obrigados a criar várias aulas (só este ano há uma média de 30 aulas por ano/turma). Quanto mais facilidades nós encontrarmos, mais tempo teremos para outros planejamentos.

Referências

ABEM. Música na Educação Básica, nº 4. Disponível em:http://abemeducacaomusical.com.br/publicacoes.asp#t3 . Último acesso:22/07/2015

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