E DEPOIS O POBRE É QUE É MALANDRO !!!

Parece que os estudantes de classe média e média alta das escolas públicas destinadas às elites (CAPs, Pedro II e CEFETs), quando prestam vestibular, acabam se inscrevendo como alunos cotistas de escolas públicas.

A tática é simples: eles concorrem com estudantes pobres que tiveram um ensino mais do que precário e tem nas cotas a esperança de ascender socialmente. Desta maneira, a competição se torna hiperdesigual e a vaga destes estudantes condicionados socialmente é praticamente garantida.

Como sempre acontece em terras tupiniquins, as elites acabam arranjando um jeito de se beneficiar com as ajudas estatais. Ajudas estas que serviriam para uma melhor equalização da sociedade, mas que acabam virando um elefante teórico.

Ainda ocorre algo pior: esta mesma elite que é beneficiada, acaba acusando os pobres ludibriados de acomodados entre outros termos pejorativos.

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