Filosofia e Filosofia da Educação

Este texto tem como objetivo o fichamento de temas importantes, referentes ao capítulo número um do livro “Filosofia e Educação” (ARANHA, Maria Lúcia de Arruda), e também, dar contribuições referentes à outros autores, anexas ao corpo do trabalho.

Encontramos ao longo da história humana várias forma de interpretar a sociedade, seus costumes e tradições. ARANHA nos mostra algumas perpectivas:

O MITO – O Mito é uma compreensão intuitiva da realidade. A autora entende como intuitivo um conhecimento imediato, que dispensa argumentos e fundamentações. Encontrado em grande parte no mundo primitivo.

A imaginação (parte fundamental e essencial do Mito) é o primeiro estágio da razão e o desenrolar das crenças.

Sinceramente, assumo minha dificuldade em mensurar ( se é possível) o limite entre mito e religão. Já que ambos se baseiam na fé, como definir fundamentações religiosas?

O SENSO COMUM – Passagens de conhecimentos e concepções por várias gerações. É tido como “bom senso”  quando seus ensinamentos são elaborados e não caem na imposição de idéias.

A CIÊNCIA –  O sucesso da ciência e da tecnologia, porém, não justifica a supervalorização da experimentalização e matematização do conhecimento; excluindo outros tipos de interpretação do mundo.

Mesmo rigoroso e eficaz, o conhecimento científico  é apenas uma das maneiras de compreensão  da relidade. A pesquisadora ainda nos mostra que a ciência reduz nossa experiência do mundo, que pode e deve se constituir, também, de intuição, imaginação, crenças, emoções e afetividade.

Outros autores pós-modernos encabeçam a lista de defensores do senso comum como Morin, Boff, Frei Betto.

Provou-se, ao longo do tempo, que o pensamento Positivista, que relegava tudo à ciência, não dá conta de explicar e completar o ser humano. Mesmo com ampla literatura abrangendo o assunto, alguns ainda se acham “intelectuais”, pois, são regidos pelo “razão”. 

 

A ARTE – Prevalecimento da crença, da fé sobre a argumentação racional. Não recorre a a conceitos logicamente organizados, mas usa conceitos que “falam” ao sentimento e à emoção.

 

De acordo com ARANHA, a filosofia têm a função de colocar e questão o que parece para muitos indiscutível, seja porque eles têm “certezas”, seja porque estão acostumados com aquilo que lhes parece “banal”.

 

Na segunda metade de sua argumentação, entramos em contato com as áreas de investigação filosófica. Por questões práticas, explicitarei somentes a as áreas nas quais tenho mais dificuldades.

METAFÍSICA – Também conhecida como Ontologia, estuda o ser indepedente de suas determinações particulares; estudo dos primeiros sentidos do ser. Estuda os seres imateriais como a essência do universo, a existência da alma e de Deus.

 

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