A Interação dos Ensinos Formais e Não-formais, por VALÉRIA ARANTES

Tal idéia evoca o pensamento de Dewey, que, comprometido com a educação progressista e políticas democráticas, desde o século XIX criticou veemente dualismos como teoria e prática, público e privado, indivíduo e grupo, métodos e matérias escolares, meios e fins etc. Assumindo a perspectiva de que a escola deve ser a vida e não a preparação para a vida. Dewey defendeu que, para além da compreensão, a instituição escolar deveria promover a transformação para uma melhor ordem social. Nesse sentido, cabe à escola fomentar, com vistas à preparação para a democracia, oportunidades para que seus atores e atrizes participem ativa e efetivamente da vida democrática.

(…) a chave para a compreensão da instrução “formal” está naquelas experiências vividas durante as atividades “não-formais”. Se assim for, podemos entender que as idéias ou valores se originam das circunstâncias práticas da vida humana, e, portanto, a instituição escolar deve facilitar a elaboração dessas experiências.

 

ARANTES, Valéria; Educação Formal e Não-formal; Summus Editora, 2008 pg 8

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